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Brasil Conquista cinco medalhas na olimpíada latino-americana de astronomia e astronáutica

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Brasília (DF) 17/010/2023 – Brasileiros ganharam cinco medalhas na competição. Esq para direita - Larissa Midori_Mychel Segrini_Gustavo Mesquita_Hugo Fares_Davi Coutinho Foto: OBA/Divulgação
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Na 15ª edição da Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), sediada no Centro de Inovação em Ciências Espaciais do Panamá, na cidade de Chiriqui, o Brasil brilhou ao conquistar cinco medalhas, sendo duas de ouro e três de prata.

Os estudantes Davi de Lima Coutinho dos Santos, de Itatiba (SP), e Gustavo Mesquita França, de Fortaleza, foram os destaques ao garantirem as medalhas de ouro. As medalhas de prata foram conquistadas por Hugo Fares Menhem e Larissa Midori Miamura, ambos de São Paulo, e Mychel Lopes Segrini, de Vitória. Todos os medalhistas têm 17 anos e foram liderados pelo professor Júlio Klafke, com a co-liderança do professor Ednilson Oliveira, e contaram com a orientação do professor Rodrigo Cajazeira.

Além das medalhas individuais e em grupo, a equipe brasileira obteve o melhor desempenho nas provas de conhecimento e na competição de foguetes.

Com esse feito, o Brasil acumula um total de 50 medalhas de ouro, 20 de prata e cinco de bronze ao longo das 15 edições da olimpíada, consolidando-se como o país mais premiado na história da competição.

A OLAA premia os cinco melhores participantes com medalhas de ouro, enquanto do sexto ao 13º colocado são agraciados com medalhas de prata. Os 11 estudantes seguintes com as melhores pontuações recebem medalhas de bronze. Além disso, são concedidos prêmios individuais nas categorias de melhor prova de conhecimento individual, em grupo, de foguetes e de observação, juntamente com menções honrosas.

Nesta edição, alunos de países como Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Guatemala, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Panamá, país anfitrião, participaram da competição.

A delegação brasileira foi composta por estudantes que se destacaram na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astrofísica (OBA) de 2022. Para competir internacionalmente, é exigido um desempenho de destaque na OBA, seguido por etapas seletivas online e um exame presencial.

Os jovens selecionados passam por um programa de treinamento em Vinhedo, interior de São Paulo, onde recebem instruções de astrônomos e especialistas sobre o uso de telescópios, além de aprenderem a construir e lançar foguetes feitos a partir de garrafas PET.

A OLAA, fundada em Montevidéu, Uruguai, em 2009, é coordenada por astrônomos de diversos países. Por sua vez, a OBA é organizada por uma comissão composta por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Fonte: Agência Brasil

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