“Isso equivale a imunizar cerca da metade de sua população ainda neste ano, porque esse segundo contrato prevê para o mês de outubro já 35 milhões de doses”, afirmou o ministro, durante evento promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Durante o encontro o ministro voltou a destacar que o Brasil “é o quinto país que mais distribui doses de vacinas”, aproveitando para ressaltar o trabalho do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), reforçando que a Fiocruz começará a produzir vacinas com IFA totalmente nacional a partir do terceiro trimestre deste ano “o que é uma notícia muito alvissareira” afirmou, destacando o investimento do governo na área.
Durante sua fala o ministro voltou a comentar sobre o recebimento de mais de 4 milhões de doses da vacina contra Covid-19 entregues pelo consórcio internacional Covax Facility, reafirmando que o lote dos imunizantes que deveria ter chegado ao País em janeiro deveria ser de cerca de 10 milhões de doses. Ele ressaltou, no entanto, que logo em seguida que o atraso aconteceu “em face de dificuldades” do consórcio, “aqui não estou imputando nenhuma responsabilidade a (Organização Mundial da Saúde) OMS, com quem nós temos um excelente e longo relacionamento”, afirmou.






