A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul tem adotado medidas rigorosas para intensificar a vigilância e prevenir a disseminação da influenza aviária no estado. Essa ação foi reforçada após o Ministério da Agricultura e Pecuária decretar estado de emergência zoossanitária em todo o Brasil por um período de 180 dias. A medida foi tomada em resposta à detecção de sete casos da doença de alta patogenicidade, sendo seis no Espírito Santo e um no Rio de Janeiro.
Desde janeiro de 2023, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul já realizou 2.295 ações de vigilância ativa. Cerca de 1,82 milhão de aves foram cuidadosamente observadas durante esse processo. Além disso, foram promovidas 1.680 ações de educação sanitária, alcançando aproximadamente 949 mil pessoas. Durante as atividades de vigilância ativa, foram registradas cinco suspeitas fundamentadas de casos de influenza aviária, porém todas elas foram posteriormente descartadas após análises laboratoriais.
Por meio da vigilância passiva, foram recebidas 72 notificações de casos suspeitos, sendo que em 15 dessas ocorrências foram realizadas coletas de amostras para análise. Todos os laudos emitidos até o momento foram negativos para influenza aviária, o que é um indicativo encorajador para a eficácia das medidas preventivas adotadas.
A intensificação da vigilância e o trabalho conjunto entre autoridades sanitárias e produtores são fundamentais para conter a disseminação da influenza aviária, protegendo a avicultura e preservando a saúde animal no Rio Grande do Sul. É importante que os produtores e a população em geral permaneçam alertas e sigam todas as orientações sanitárias para prevenir a entrada e propagação da doença.
Com informações: Fernando Kopper


