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Ministério Público denuncia quatro suspeitos no caso do caminhoneiro desaparecido

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) anunciou nesta terça-feira que quatro indivíduos foram formalmente denunciados no caso do caminhoneiro Luciano Boeira Melos, de 27 anos, residente em Bom Jesus, na Serra. Os acusados incluem a mulher com quem Melos mantinha um relacionamento extraconjugal, o marido desta, o pai e o cunhado. Até o momento, o corpo do caminhoneiro permanece não localizado desde o seu desaparecimento em 26 de julho.

Todos os suspeitos estão sob custódia desde 17 de agosto no Presídio Estadual de Vacaria. A denúncia apresentada pelo MPRS imputa a eles a responsabilidade por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e uso de meios que dificultaram a defesa da vítima. Além disso, enfrentam acusações de ocultação de cadáver e fraude processual. Segundo a acusação do MPRS, Boeira teria sido morto porque o marido da amante descobriu o relacionamento extraconjugal.

No que diz respeito ao homicídio duplamente qualificado, o processo encaminhado à Justiça descreve que os suspeitos atraíram a vítima para uma estrada rural, onde a teriam assassinado e ocultado o corpo em um local desconhecido.

Além das acusações de ocultação de cadáver, a denúncia do MPRS também menciona a prática de fraude processual, indicando que os envolvidos alegadamente apagaram mensagens trocadas por meio de um aplicativo de celular, tentaram criar um álibi e descartaram a motocicleta da vítima em um rio situado a 30 quilômetros de distância do local do crime, tudo com o intuito de obstruir as investigações.

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