A dissolução do Bundestag, que tem 736 assentos, por Steinmeier estava prevista como parte do processo de decomposição do governo alemão, após parlamentares aprovarem moção de desconfiança contra o chanceler Olaf Scholz, no dia 16 deste mês.
Em pronunciamento em Berlim, Steinmeier disse estar “convicto de que novas eleições são o caminho certo para o bem da Alemanha”. O presidente também justificou a dissolução do Parlamento, uma medida excepcional, ao afirmar que “especialmente em tempos difíceis, como agora, é necessário um governo estável capaz de agir e com maiorias confiáveis no Parlamento”.
O governo de Scholz colapsou após ele ter demitido o ministro das Finanças, Christian Lindner, em novembro. Com isso, o partido de Scholz, Democratas Livres, deixou o governo, fazendo com que o chanceler perdesse a maioria no Parlamento e mergulhando a Alemanha em uma crise política.
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