Dia 26 de dezembro, José Erineu Missio foi picado por uma aranha, conhecida por aranha marrom. Após um tempo, começou a ter tontura, náusea, vômito e febre. Seus familiares o levaram ao plantão, onde foi solicitado teste de covid e influenza, que foi realizado no dia seguinte, no posto de saúde. Ambos os testes deram negativo.

Aranha marrom
Com o passar do tempo, sua situação foi piorando, e José parou de enxergar. Seus familiares o levaram novamente ao plantão do hospital, por ser sábado. Lá ficou em observação, e foi ministrado o soro antiaracnídico, que é um antiveneno indicado para tratar picadas de aranhas-marrom (Loxosceles). Para maior eficácia, o soro deve ser administrado o mais rápido possível, até 36 horas após a picada. Ele neutraliza o veneno em circulação e reduz o risco de necrose na pele. Já haviam passado 48h.
José piorou muito, e começou a procura por UTI pelo SUS. Não haviam vagas, então a solução foi internar em leito particular. Ele correu risco de morte. Assim, foi levado para o IOT, onde ficou 8 dias, até o dia 20 de janeiro, quando fez uma cirurgia e teve complicações, precisando ser entubado.
Um dos medicamentos que ainda é necessário custa R$ 4000 reais, e não é fornecido pelo SUS.
A família, então, lançou uma campanha para arrecadar valores que ajudarão a família a pagar as dívidas. Eles pedem a doação de qualquer valor no pix 03529129011, CPF, em nome do filho João Ricardo Missio.







