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Por que a imprensa não divulga nomes e imagens de suspeitos de crimes?

Foto: Freepik
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A divulgação de nomes e imagens de pessoas acusadas de cometer crimes é um tema delicado que envolve direitos fundamentais, responsabilidade jornalística e a legalidade da informação. Muitos veículos de comunicação se arriscam ao exibir essas informações, mas o Clic Espumoso mantém o compromisso com a ética e o respeito às normas legais.
A Constituição Federal e leis como o Código de Processo Penal e o Marco Civil da Internet garantem a presunção de inocência — ou seja, até que haja condenação definitiva pela Justiça, ninguém pode ser tratado como culpado.
A divulgação de fotos ou nomes de suspeitos pode causar danos irreparáveis à imagem de uma pessoa que, mais tarde, pode ser inocentada.
Além disso, a prática pode configurar exposição indevida, sujeitando o veículo de imprensa a processos judiciais por danos morais, além de colocar em risco a segurança da pessoa exposta e interferir no andamento das investigações.
No entanto, há exceções previstas em lei. Em casos específicos, quando há risco à coletividade ou interesse público, a Polícia Civil pode divulgar imagens e nomes de suspeitos com autorização judicial. Essa medida é normalmente usada para identificar outros possíveis crimes praticados pelo mesmo indivíduo e encorajar novas vítimas a se apresentarem.
É por isso que adotamos uma postura responsável e legalmente segura. Não publicamos nomes nem imagens de suspeitos sem que haja autorização judicial clara ou finalidade pública definida. Nosso compromisso é com a verdade, mas também com o respeito à lei e aos direitos individuais.
A credibilidade de um veículo de comunicação se constrói não apenas pela agilidade da informação, mas principalmente pela responsabilidade com que ela é transmitida.
Com informações de Jus.com e Rota Policial

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