Dois homens foram presos após uma confusão por falta de pagamento de despesas em um motel localizado em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital goiana. O caso ocorreu após uma noite em que quatro pessoas se hospedaram no estabelecimento e consumiram uma série de serviços e produtos, incluindo picanha, segundo informações da Polícia Militar.
De acordo com o relato registrado pelos funcionários e confirmado pela PM, os quatro participantes chegaram ao motel no início da madrugada, em veículos diferentes, e ocuparam uma das suítes.
Durante a permanência no local, o grupo solicitou diversos itens do cardápio, como bebidas alcoólicas, alimentos e produtos disponibilizados pelo motel. Entre os pedidos estavam cervejas, vinho, refrigerantes, energético, picanha maturada acompanhada de vinagrete e itens do chamado “kit fantasia”, além de preservativos e gel.
Ainda segundo a polícia, por volta das 12h10, dois dos participantes deixaram o motel. Conforme relataram posteriormente os homens que permaneceram no local, a dupla que saiu teria afirmado que a conta já havia sido quitada. Cerca de uma hora depois, por volta das 13h13, os outros dois homens também se dirigiram à recepção para encerrar a estadia.
No momento da saída, eles foram informados de que havia uma pendência financeira no valor de R$ 5.200. Surpresos com a cobrança, os homens se recusaram a efetuar o pagamento, alegando que os valores já teriam sido pagos anteriormente pelos outros integrantes do grupo. Diante da negativa, os funcionários do motel acionaram a Polícia Militar.
Uma equipe do 39º Batalhão foi enviada ao local. Após verificar o sistema do estabelecimento, os policiais constataram que não havia registro de pagamento referente à hospedagem e ao consumo realizado durante o período.
A conta detalhava, entre outros itens, 69 cervejas, uma garrafa de vinho, uma bala de menta, uma peça íntima de tecido, além de bebidas diversas e produtos de uso pessoal.
Os dois homens foram detidos e encaminhados à Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia. No local, o caso foi registrado como estelionato, crime previsto no Código Penal brasileiro, que trata da obtenção de vantagem ilícita em prejuízo de terceiros mediante fraude ou engano.
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