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Desemprego cresce em fevereiro e atinge 6,2 milhões de trabalhadores brasileiros

Foto: Portal R7
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taxa de desemprego no Brasil subiu para 5,8% no trimestre encerrado em fevereiro. Apesar da alta, porém, o índice é o menor para esse período desde o início da série histórica, em 2012. Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (27) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

A pesquisa mostra que 6,2 milhões de brasileiros em idade ativa não trabalhavam naquele trimestre. O aumento se deu pela perda de vagas nos segmentos de saúde, educação e construção, comum no início do ano, segundo o IBGE.

Para efeito de comparação, no trimestre de setembro a novembro de 2025, a taxa de desemprego no país estava em 5,2%. E no trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025, em 6,8%.

Em relação à população ocupada (102,1 milhões de pessoas), o Brasil teve uma queda de 0,8% no trimestre encerrado em fevereiro: o equivalente a 874 mil pessoas fora do mercado de trabalho. Contudo, mais de 1,5 milhão (1,5%) conseguiram emprego no período.

nível da ocupação — percentual de pessoas em idade ativa e ocupadas — foi de 58,4%, com queda de 0,6 ponto percentual no trimestre considerado (59%) em relação ao anterior e crescimento de 0,4 ponto percentual em 12 meses (58%).

Na pesquisa, o IBGE também destacou que, no trimestre em questão, houve redução considerável nas vagas de trabalho em administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com menos 696 mil pessoas, bem como na construção (menos 245 mil).

Renda média

Os brasileiros empregados receberam, em média, R$ 3.679 por mês, e a massa de rendimento real habitual atingiu R$ 371,1 bilhões. Esse indicador se refere à soma dos rendimentos brutos geralmente recebidos por todas as pessoas ocupadas em todos os trabalhos que tinham na semana de referência para o levantamento. No caso do primeiro índice, houve crescimento de 2%, enquanto o segundo aumentou 6,9% (R$ 24,1 bilhões) no ano.

Além disso, houve aumento de salários nas áreas de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (4,1%, ou mais R$ 116); administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,9%, ou mais R$ 140); e outros serviços (11,2%, ou mais R$ 313). As demais áreas não apresentaram variação significativa.

taxa de informalidade teve queda de 0,02 ponto percentual e saiu de 37,7% (ou 38,8 milhões de pessoas) no trimestre encerrado em novembro último para 37,5% da população ocupada (38,3 milhões). Já no período de três meses que se encerrou em fevereiro de 2025, a informalidade era de 38,1% (38,4 milhões).

Fonte: Portal R7.

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