BULLYNG E CYBERBULLYNG SERÃO TEMA DE DIÁLOGO, EM ESPUMOSO.
COM A DOUTORA EM DIREITO, “GABRIELA AMATO TEIXEIRA”, ESPECIALISTA NA PROTEÇÃO DIGITAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.
O bullying e o cyberbullying são dois fenômenos que têm se tornado cada vez mais comuns na sociedade atual, especialmente entre crianças e adolescentes. Esses comportamentos são considerados formas de violência, e podem ter consequências graves para as vítimas, tanto em curto quanto em longo prazo.
O bullying é um comportamento agressivo, intencional e repetitivo, que pode ser verbal, físico ou psicológico, e que geralmente é praticado por um indivíduo ou um grupo de pessoas que possuem mais poder ou status do que a vítima. Esse tipo de comportamento pode ocorrer em diversos ambientes, como escolas, universidades, empresas e até mesmo em famílias.
Já o cyberbullying é uma forma de bullying que acontece através da internet, das redes sociais, dos aplicativos de mensagem e dos jogos online. Os agressores utilizam desses meios para atacar, humilhar e difamar as vítimas, muitas vezes de forma anônima e impessoal. Esse tipo de comportamento pode se espalhar rapidamente pelas redes sociais, causando um grande impacto na vida das vítimas.
As consequências do bullying e do cyberbullying podem ser muito graves para as vítimas. Alguns dos efeitos imediatos incluem baixa autoestima, ansiedade, depressão, isolamento social, problemas de saúde física e emocional, e até mesmo o suicídio. Além disso, esses comportamentos podem deixar marcas profundas na vida das vítimas, afetando sua autoconfiança, suas relações interpessoais e até mesmo seu desempenho escolar e profissional.
Por isso, é fundamental que pais, educadores e toda a sociedade estejam atentos a esses comportamentos, e trabalhem para prevenir e combater o bullying e o cyberbullying. É importante que as vítimas recebam apoio e orientação, e que os agressores sejam responsabilizados pelos seus atos. A conscientização sobre esse tema é essencial para que possamos construir uma sociedade mais justa e inclusiva, onde todos possam conviver em paz e harmonia.
Texto: Taiza Ferra.
Informações: Clicespumoso






