A Guarda Revolucionária do Irã reivindicou, nesta segunda-feira (2), a autoria de um ataque com mísseis contra o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o quartel-general do comando da Força Aérea de Israel.
O comunicado, divulgado pela agência Fars, descreve a ação como um golpe direto nos centros de decisão do país. A ofensiva faz parte da 10ª onda de ataques iranianos, que também atingiu o complexo governamental em Tel Aviv e alvos militares estratégicos em Haifa e Jerusalém Oriental.
Fim dos canais diplomáticos
No campo político, o regime iraniano encerrou as especulações sobre um possível diálogo com Washington. Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional, afirmou categoricamente que o Irã “não negociará com os Estados Unidos”.
Em declaração oficial, Larijani negou rumores de que Teerã teria tentado abrir conversações com a gestão de Donald Trump após os bombardeios do último final de semana, reforçando que as negociações nucleares anteriores foram invalidadas pela agressão militar aliada.






