Júri popular reconheceu a responsabilidade dele nas mortes de Diênifer, Alessandro e Kétlyn, em 2020
Após dois dias de julgamento no Fórum de Passo Fundo, Luciano Costa dos Santos, conhecido como Costinha, foi condenado a 57 anos de prisão pelo júri popular por participação na chacina da Cohab. Ele recebeu 22 anos pela morte de Diênifer Padia, 19 anos pela morte de Kétlyn Padia dos Santos e 16 anos pela morte de Alessandro dos Santos.
O novo júri foi necessário porque, em 2024, ele havia sido condenado a 44 anos por duas mortes, mas absolvido em relação a Diênifer. A decisão foi anulada pelo Tribunal de Justiça do RS devido a contradições.
Desde então, novas prisões reforçaram o caso. Os irmãos Fernanda e Claudiomir Rizzotto, apontados como mandantes, foram presos após quatro anos foragidos. O empresário Eleandro Roso já havia sido condenado a mais de 60 anos de prisão.
A acusação sustentou que Luciano participou do planejamento e execução do crime, enquanto a defesa negou envolvimento direto.
O crime ocorreu em 19 de maio de 2020, quando as vítimas foram mortas por estrangulamento com lacres plásticos dentro de casa no bairro Cohab I. A motivação estaria ligada ao relacionamento extraconjugal entre Diênifer e Eleandro Roso.
Reportagem: Redação
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