O setor automotivo argentino vivencia uma notável redução de valores, impulsionada pela aprovação do fim da tributação conhecida como “imposto interno”, que incidia sobre automóveis de maior valor.
Embora a medida entre em vigor oficialmente em 1º de abril, as fabricantes já estão ajustando suas tabelas para não perder vendas, enquanto os consumidores aguardavam a nova regulamentação.
Este tributo, apelidado de “imposto do luxo”, podia elevar o custo em até 21,95% na prática, afetando veículos que superavam certos patamares de preço.
Sua aplicação na saída das concessionárias significava um impacto ainda mais substancial para o comprador final.
Com a eliminação dessa cobrança, várias montadoras já anunciaram cortes significativos.
Empresas como Peugeot, Volkswagen, Fiat, BMW e DS Automobiles implementaram reduções que, em alguns casos, superam 15%.
A Fiat, por exemplo, diminuiu o valor do 600 Hybrid em cerca de 19%, e a picape Titano registrou uma das maiores quedas em termos absolutos. No segmento de luxo, as reduções alcançaram valores próximos de R$ 37 mil.
Fonte: Investibr.






