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Policial atropelado durante perseguição permanece na UTI do Hospital Pompéia em Caxias do Sul

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O Soldado Jonatas Ari de Lima Mota, de 32 anos, continua internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Pompéia, conforme informou o boletim médico divulgado pelo comando do 12º Batalhão da Brigada Militar (12º BPM) em Caxias do Sul. O policial da Força Tática sofreu ferimentos graves na tarde da última quarta-feira (13) ao ser atropelado durante uma perseguição por volta das 14h50min, no bairro Nossa Senhora de Lourdes, Zona Leste da cidade.

O soldado passou por uma cirurgia na noite de quarta-feira, e o procedimento foi concluído apenas durante a madrugada. De acordo com o Tenente-Coronel Ricardo Vargas, comandante do 12º BPM, embora o estado seja grave, o policial respondeu bem à cirurgia nos pulmões, graças à sua jovialidade e excelente condição física, não tendo havido complicações durante o procedimento. Após sair do bloco cirúrgico, ele foi transferido para a UTI, onde deverá permanecer nas próximas 48 horas com auxílio de ventilação mecânica.

Segundo relato do delegado Rodrigo Bernardes de Assis, um veículo Fiat Palio, de cor bordô e placas Mercosul, desobedeceu à ordem de parada da polícia no bairro Bela Vista, desencadeando uma perseguição. Durante o percurso, o Palio colidiu com um Chevrolet Cruze, porém o criminoso não parou e continuou em direção ao bairro Nossa Senhora de Lourdes.

Próximo à BR-116, quase na esquina com a Rua Luiz Michelon, no semáforo, o policial da Força Tática novamente deu ordem de parada, mas o condutor deliberadamente direcionou o veículo em direção ao soldado, que não teve tempo de desviar e foi atingido. O impacto o fez girar no ar antes de cair. Posteriormente, o veículo colidiu contra a viatura policial.

O criminoso foi alvejado por tiros de arma de fogo e também foi encaminhado para atendimento médico, estando em estado estável. A Polícia Civil e a Perícia foram acionadas para o local, uma vez que o incidente foi registrado como tentativa de homicídio, uma vez que o condutor poderia ter evitado o atropelamento. Conforme o delegado Rodrigo de Assis, o criminoso possui antecedentes por roubo a pedestres, ameaças, além de ser procurado e ter falsificado documentos. O carro que estava dirigindo pertencia a um conhecido seu, que o teria emprestado.

Fonte: Leouve

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