Preço deve ser intermediário: não tão alto como em safras mais escassas, como a do ano passado, e não tão baixo como em safras normais.
A partir do dia 15 de abril uma portaria do Ibama libera a colheita e a comercialização do pinhão no Rio Grande do Sul. A safra do produto promete ser maior em comparação a do ano passado. Neste ano, as condições climáticas favoráveis no período de desenvolvimento do pinhão está contribuindo para bons resultados. O assunto foi tema da série de entrevistas do projeto Uirapuru Agro 2021.
De acordo o engenheiro agrônomo da EmaterRS- Ascar regional Passo Fundo, Ilvandro Barreto de Melo, o Rio Grande do Sul tem uma importância muito grande dentro da área. Como média em termos históricos, são 800 toneladas do alimento colhidas anualmente. Destaca que muitas regiões gaúchas têm uma tradição muito grande no segmento e oferecem uma oportunidade de renda a muitas famílias.
Conforme Ilvandro, algumas delas tem no pinhão sua maior renda do ano. De acordo com levantamento realizado pelos escritórios municipais da EmaterRS-Ascar junto aos agricultores extrativistas nas regiões produtoras, estima-se que em 2021 se colha entre 30 a 100% a mais de pinhão comparativamente à safra do ano anterior, variando conforme o município e região.
*Rádio Uirapuru






