Os servidores públicos estaduais do Rio Grande do Sul, que ocupam cargos efetivos e ingressaram no Estado antes de 19 de agosto de 2016, têm até o dia 18 de agosto deste ano para realizar a migração do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) para o Regime de Previdência Complementar (RPC).
Essa migração é voltada para os servidores que possuem remuneração acima de R$ 7.507,49. Ao aderirem ao plano de previdência complementar oferecido pela Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público do Estado do Rio Grande do Sul (RS-Prev), eles receberão contrapartida do governo estadual na mesma proporção das contribuições que realizarem.
Por exemplo, se um servidor aportar mensalmente R$ 100,00 no plano de previdência, o Estado também contribuirá com o mesmo valor. Todo o valor depositado será investido e rentabilizado em uma conta individual na RS-Prev.
Ao optarem pela migração e aderirem ao plano da RS-Prev, os servidores estão decidindo limitar sua aposentadoria ao teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que atualmente está fixado em R$ 7.507,49. Além disso, as bases das contribuições previdenciárias destinadas ao RPPS também ficarão limitadas a esse teto.
É importante que os servidores se informem e compreendam as vantagens e desvantagens da migração, uma vez que essa decisão não poderá ser revertida. A RS-Prev recomenda que os interessados acessem uma página especial criada por eles, onde estão disponíveis todas as informações necessárias, além de um simulador que permite analisar as possibilidades em cada caso específico.
É fundamental que os servidores aproveitem o prazo restante e utilizem os recursos disponíveis para tomar uma decisão consciente e informada sobre sua previdência complementar. A migração para a RS-Prev pode trazer benefícios a longo prazo, mas é importante considerar as peculiaridades de cada situação antes de tomar uma decisão final.
Com informações: Fernando Kopper
Fonte: Governo do estado do RS


