Nesta reportagem, você confere os números mais recentes da doença no estado:
1. Mortes mais recentes
As vítimas mais recentes da dengue são:
Sexta-feira (12):
- HOMEM INDÍGENA
Idade: 24 anos
Cidade: Tenente Portela
Condição: sem doenças pré-existentes
Data da morte: 07/04/2024 - HOMEM
Idade: 75 anos
Cidade: São Leopoldo
Condição: sem doenças pré-existentes
Data da morte: 10/04/2024
Quarta-feira (10):
- MULHER
Idade: 68 anos
Cidade: Três Passos
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 21/03/2024 - MULHER
Idade: 65 anos
Cidade: Maçambará
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 30/03/2024 - HOMEM
Idade: 66 anos
Cidade: Porto Lucena
Condição: sem doenças pré-existentes
Data da morte: 17/03/2024
Terça-feira (9):
- MULHER
Idade: 66 anos
Cidade: Novo Hamburgo
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 05/04/2024 - HOMEM
Idade: 64 anos
Cidade: São Leopoldo
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 17/02/2024 - MULHER
Idade: 56 anos
Cidade: São Leopoldo
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 28/03/2024 - MULHER
Idade: 86 anos
Cidade: São Leopoldo
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 03/04/2024
Segunda-feira (8):
- HOMEM INDÍGENA
Idade: 60 anos
Cidade: Tenente Portela
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 21/03/2024 - HOMEM
Idade: 84 anos
Cidade: Crissiumal
Condição: sem doenças pré-existentes
Data da morte: 02/04/2024 - MULHER
Idade: 61 anos
Cidade: Cruz Alta
Condição: com doenças pré-existentes
Data da morte: 04/04/2024
2. Perfil das vítimas
Ao todo, o RS soma 35 homens e 34 mulheres entre as vítimas. A maior parte dos óbitos é entre pacientes com mais de 60 anos. São Leopoldo, na Região Metropolitana, é a cidade com o maior número de mortes.

3. Panorama de casos
Dos 497 municípios do RS, apenas 31 não estão infestados pelo mosquito que transmite a dengue, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde. Distribuídas entre a faixa Leste e o Sul do estado, as cidades representam 6,2% da totalidade dos municípios.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/f/T/SKcIbsQ8uweMw7VWTqKQ/g1-20-.jpg)
Santa Rosa, município de 77 mil habitantes na Região Noroeste, tem o maior número de casos de dengue no RS. São 7,9 mil infecções notificadas, conforme a atualização mais recente.
Esse cenário, de acordo com o virologista Fernando Spilki, está relacionado ao acúmulo de alguns eventos climáticos e sanitários que, ao longo dos últimos dois anos, favoreceram a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Entre os fatores que propiciaram o contexto destaca-se a elevação das temperaturas e as chuvas no Rio Grande do Sul.
“O número de dias que a gente tem acumulado, por exemplo, com temperatura acima dos 29ºC, é um determinante sempre importante dos surtos de dengue, que neste ano está instalado na região Sul e Sudeste”, explica Spilk.
5. Prevenção e sintomas
Medidas de prevenção à proliferação e circulação do inseto, com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos, impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática.
A Secretaria da Saúde reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas, que são:
- febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias, dor retro-orbital (atrás dos olhos)
- dor de cabeça
- dor no corpo
- dor nas articulações
- mal-estar geral
- náusea
- vômito
- diarreia
- manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira
A busca por atendimento no começo da manifestação das sensações de desconforto físico é uma maneira de evitar o agravamento da doença e a possível evolução para óbito. A SES indica o uso de repelente para proteção individual contra o Aedes aegypti.
Fonte: G1






