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A rara e valorizada moeda de R$ 1 “Perna da Pau” dos Jogos Olímpicos de 2016 se torna desejada por colecionadores, e pode valer até 20 mil reais

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Uma pequena moeda de R$ 1, apelidada carinhosamente de “perna da pau”, tem conquistado o coração e os bolsos dos colecionadores brasileiros. Lançada em 2014 como parte de uma série comemorativa dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, a moeda se tornou uma das mais raras e valiosas do país.

Produzida em bronze, com um diâmetro de 27,0 mm, a moeda de R$ 1 “perna da pau” destaca-se pela sua singularidade. Seu anverso apresenta a imagem icônica do Cristo Redentor, símbolo marcante do Rio de Janeiro. Já no reverso, a moeda exibe a representação de dois atletas paralímpicos, um homem e uma mulher, ambos com próteses nas pernas, originando o apelido carinhoso que a tornou tão famosa.

O Banco Central lançou um total de 16 modelos de moedas de R$ 1 para celebrar as Olimpíadas, sendo a maioria disponibilizada no mercado a partir de novembro de 2014. Entre elas, a “perna da pau” se destaca, podendo atingir valores impressionantes, chegando a até R$ 20 mil se for bifacial, ou seja, se ambas as faces apresentarem a ilustração dos atletas.

O renomado colecionador de moedas, Roberto Alves de Souza, não poupou esforços para conseguir uma dessas raridades, chegando a oferecer R$ 20 mil pela aquisição em suas publicações nas redes sociais. As propostas fervilham nas redes sociais, com diversos colecionadores ávidos por encontrar essa peça rara.

Para aqueles que se depararem com a sorte de possuir uma moeda de R$ 1 “perna da pau”, os canais mais utilizados para negociações incluem colecionadores conhecidos nas redes sociais, o site da Sociedade Numismática Brasileira, lojas especializadas em numismática, leilões de moedas, plataformas de comércio eletrônico como eBay, Amazon e Mercado Livre, casas de compra de moedas, encontros presenciais e anúncios especializados em numismática. A jornada em busca dessa rara e valiosa moeda continua a fascinar e movimentar o universo dos colecionadores no Brasil.

Fonte: Leouve

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