Na última quarta-feira (1º), a Nasa lançou a missão Artemis 2 no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, Estados Unidos. A viagem marca o retorno de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos.
O lançamento também simboliza uma nova etapa da corrida lunar entre EUA e China. Enquanto a agência espacial americana se concentra na missão em andamento, os chineses se preparam para enviar astronautas à superfície da Lua até 2030.
As novas missões rumo à Lua vão além da exploração. O interesse dos países pelo satélite envolve recursos naturais, avanços científicos e estratégias, segundo o jornal The New York Times, que evidenciou o que está por trás das viagens.
Um dos pontos de interesse dos países é a água congelada em regiões próximas aos polos da Lua. O recurso está acumulado dentro de crateras em partes do satélite natural que não recebem luz solar direta. De acordo com o jornal, além de servir para o consumo dos astronautas em missões longas, a água pode gerar oxigênio.
Outro fator que chama atenção dos cientistas é a presença do hélio-3 na Lua. O material raro na Terra chega até o satélite por meio de partículas vindas do sol. Embora exista em pequenas quantidades, o elemento é visto como promissor, principalmente para tecnologias futuras.
As agências espaciais também pretendem usar a Lua para instalar equipamentos científicos. A ideia é aproveitar crateras naturais para colocar grandes telescópios, que usariam o formato dessas estruturas como base para captar sinais.
Fonte: Portal R7.






