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Análise não aponta existência de Bicho Geográfico em areia da praça Central

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Foto: Jonatan Palla/ClicEspumoso
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Uma análise laboratorial feita das amostras de areia coletadas do parquinho da Praça Arthur Ritter de Medeiros não apontou a existência de ovos do Bicho Geográfico no local. A análise foi feita através do laboratório da Universidade de Passo Fundo, em fevereiro, e o resultado foi divulgado na quinta-feira, 30, depois que a secretaria de saúde tomou providências sobre quais procedimentos tomar depois da negatividade da presente do verme.

A decisão de enviar as amostras para análise, foi tomada depois de uma espumosense fazer um alerta de que sua filha poderia ter adquirido a parasitose após brincar no local. A médica veterinária, Cássia Vilarinho explica a análise. “A partir do momento em que se iniciou a discussão sobre a possível contaminação na areia da praça, nós começamos a buscar um laboratório que realizasse a pesquisa, porém, foi bem difícil localizar, até que o pessoal da UPF nos ajudou e se propôs a fazer a pesquisa. Sabemos que a larva de parasita na areia é muito difícil de ser encontrada, no caso dos causadores do bicho geográfico que são as larvas de ancylostoma e toxocara. Então foi feita a coleta de amostras em seis partes diferentes da praça e encaminhamos para análise.” Explicou Cássia.

De acordo com a veterinária, a análise apontou que não existe possibilidade de a contaminação ter acontecido na praça. “Com relação as análises da Praça das seis amostras que foram enviadas para o laboratório da UPF em nenhuma das seis amostras, ou seja, seis amostras deram negativo para pesquisa de ovo de toxocara e ancylostoma que seria então os causadores do bicho geográfico. Segundo o laboratório, não foi da praça ou não foi naquele momento que houve contaminação da criança.” Encerrou.

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