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Boate que jovem atropelada em Giruá trabalhava divulga nota e rebate acusações

Foto: Divulgação Polícia
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A Boate Êxtase, localizada em Giruá, manifestou-se publicamente nesta semana sobre a morte de Viviana Beatriz Villalba, funcionária da casa noturna, vítima de um atropelamento ocorrido na madrugada do último sábado, 8 de junho.

De acordo com a direção da boate, Viviana deixou o local por volta das 3h42 da manhã, após o encerramento das atividades da casa, que se deu oficialmente às 1h30. Imagens do circuito interno de segurança, já entregues às autoridades, mostram a jovem saindo do estabelecimento trajando um moletom usado como vestido, meias nos pés, e carregando um aparelho de som portátil, um celular e um carregador.

Minutos depois de deixar a boate, Viviana foi atropelada na ERS-344. O laudo pericial apontou como causa da morte o politraumatismo, descartando qualquer indício de violência sexual ou uso de arma de fogo, conforme chegou a ser especulado nas redes sociais.

Ainda segundo a nota da Boate Êxtase, as investigações também afastaram a hipótese de que o condutor do veículo envolvido no atropelamento tivesse qualquer relação com a vítima ou estivesse presente na boate na mesma noite.

O corpo de Viviana foi liberado e encaminhado à sua cidade natal, onde foi velado e sepultado. A família da jovem foi acolhida na residência da proprietária da boate durante os trâmites, e contou com apoio logístico da Prefeitura de Giruá para o traslado até o porto.

Até o momento, não houve contato ou manifestação do condutor responsável pelo atropelamento, de acordo com informações repassadas pela família.

A direção da Boate Êxtase lamentou profundamente a perda de Viviana e pediu o fim das especulações infundadas, em respeito à dor dos familiares e à memória da vítima.

Rádio Uirapuru

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