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Eleição presidencial no Internacional promete recorde de participação

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Nas últimas eleições realizadas em dezembro de 2020, um total de 29.041 associados exerceram seu direito ao voto na escolha do atual presidente do Internacional. Alessandro Barcellos emergiu como vencedor, superando seu concorrente do segundo turno, José Aquino Flores de Camargo. Agora, tudo indica que a próxima votação será histórica, com a expectativa de ultrapassar esse número. O equilíbrio entre os dois candidatos, Barcellos, que busca reeleição para mais três anos no cargo, e Roberto Melo, que representa a oposição, é um dos principais motivos para a grande participação prevista.

Outro fator contribuinte para essa possível marca recorde é o aumento no número de associados. Em 2020, eram 64.9 mil membros aptos a votar. Atualmente, esse número tende a crescer. Vale ressaltar que, conforme o estatuto do clube, apenas os associados com 16 anos completos que se tornaram membros até 31 de dezembro de 2022 e que estejam em dia com suas obrigações sociais até 31 de outubro, poderão participar da eleição. Portanto, não será toda a base de 129 mil associados ativos que terá direito a voto.

O primeiro turno, no qual somente os 339 conselheiros do clube participam, está agendado para 7 de novembro. No entanto, é altamente provável que não resulte em uma decisão definitiva, dado que há apenas dois candidatos e ambos provavelmente assegurarão os votos necessários para avançar ao segundo turno, programado para 9 de dezembro. Nessa fase, os associados terão a oportunidade de votar, seja de forma virtual ou presencial. A apuração ocorre pouco depois, com o resultado anunciado no mesmo dia.

Até o momento, não há previsões concretas sobre o desfecho do segundo turno. Recentemente, alguns associados relataram terem sido contatados por telefone para uma pesquisa de intenção de voto. Entretanto, ambas as chapas negaram ter encomendado tal pesquisa quando contatadas pelo CP.

O desempenho da equipe na reta final do Campeonato Brasileiro pode ter um impacto determinante. Em uma eleição que se avizinha equilibrada, uma campanha de recuperação levando o Inter a uma vaga na Libertadores pode favorecer a reeleição de Alessandro Barcellos. Por outro lado, um desempenho abaixo do esperado pode beneficiar Roberto Melo devido à insatisfação dos associados colorados.

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