O governo de Cuba afirmou nesse domingo que 32 cubanos morreram durante o ataque das forças dos Estados Unidos na Venezuela e que culminou na captura e prisão do presidente Nicolás Maduro.
A administração cubana admitiu que os militares, todos membros das Forças Armadas Revolucionárias ou do Ministério do Interior, cumpriam missões na Venezuela “a pedido de órgãos homólogos” daquele país, um forte aliado da ilha.
Maduro foi retirado do país no sábado junto com sua esposa, Cilia Flores, em uma operação militar dos Estados Unidos, onde é acusado de narcotráfico e terrorismo. Nesta segunda-feira deve ser apresentado a um juiz de Nova York, por acusações de narcotráfico e terrorismo.
O comunicado oficial ressaltou que os militares cubanos “cumpriram de forma digna e heroica o seu dever e caíram, após férrea resistência, em combate direto contra os agressores ou como resultado dos bombardeios às instalações”.
O governo decretou dois dias de luto nacional a partir do amanhecer desta segunda-feira e anunciou que “organizará as ações correspondentes para lhes render a merecida homenagem”.
“Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que caíram enfrentando terroristas com uniforme imperial”, escreveu no X o presidente Miguel Díaz-Canel.
Correio do Povo






