A morte da professora Glória Werkhausen, de 44 anos, encontrada sem vida após um incêndio destruir sua residência na noite de domingo (12), em Constantina, no norte do Rio Grande do Sul, passou a ser investigada pela Polícia Civil como homicídio.
O incêndio ocorreu em uma residência localizada na Rua Ângelo Colet. Moradores perceberam as chamas e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e as forças de segurança. Quando as equipes chegaram ao local, o imóvel já estava completamente tomado pelo fogo. Parte da estrutura foi destruída e o teto da casa desabou.
Durante o atendimento da ocorrência, o corpo de Glória Werkhausen foi encontrado no interior da residência. Professora das redes estadual e municipal de ensino, ela era bastante conhecida e querida pela comunidade de Constantina, e sua morte provocou grande comoção no município e na região.
Inicialmente, a ocorrência era tratada como um possível suicídio. No entanto, após os levantamentos realizados pelo Instituto-Geral de Perícias (IGP), a Polícia Civil descartou essa hipótese e passou a investigar o caso como homicídio.
De acordo com o delegado Cristiano de Bone, responsável pela Delegacia de Polícia de Constantina, a mudança na linha de investigação ocorreu após a análise dos vestígios encontrados no local e no corpo da vítima.
Segundo o delegado, a perícia identificou elementos incompatíveis com a hipótese inicial, entre eles sinais de esganadura no corpo da professora, o que levou os investigadores a tratarem o caso como homicídio.
Rádio Uirapuru


