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PF encontra lista da Odebrecht com nomes de 45 políticos gaúchos

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Documentos apreendidos pela Polícia Federal listam possíveis repasses da Odebrecht para mais de 200 políticos de 18 partidos. As planilhas estavam com Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, e conhecido no mundo empresarial como “BJ”.

A Justiça Federal liberou acesso aos documentos nesta quarta-feira (23). Os investigadores da Lava jato ainda apuram a que se referem os pagamentos citados nos documentos.

A Rádio Gaúcha ainda analisa os documentos, mas já há condições de listar pelo menos 45 gaúchos entre os políticos identificados:

José Fortunati (PDT)
Manuela D’Ávila (PCdoB)
Sérgio Zambiasi (PTB)
Pablo Mendes Ribeiro (PMDB)
Mauro Zaquia (pessoa não identificada)
Marco Alba (PMDB)
Fábio Branco (PMDB)
Osmar Terra (PMDB)
Tarsila Crusius (PSDB)
Wambert Di Lorenzo (PSDB)
Nelson Marquezan (PSDB)
Adão Villaverde (PT)
Carlos Todeschini (PT)
Ronaldo Zulke (PT)
Gilmar Rinaldi (PT)
Jairo Jorge (PT)
Marco Maia (PT)
Fernando Marroni (PT)
Marcos Daneluz (PT)
Maria do Rosário (PT)
Adeli Sell (PT)
Engenheiro Comasetto (PT)
Tarcísio Zimmermann (PT)
Helen Cabral (PT)
Heitor Luiz Lermen (PT)
Ana Amélia Lemos (PP)
João Carlos Nedel (PP)
Renato Molling (PP)
Kevin Krieger (PP)
Afonso Hamm (PP)
Mano Changes (PP)
Frederico Antunes (PP)
Fixinha (PP)
José Otávio Germano (PP)
Otomar Vivian (PP)
Leonardo Hoff (PP)
Beto Albuquerque (PSB)
Heitor Schuch (PSB)
Tarso Genro (PT)
João Bosco Vaz (PDT)
Toni Proença (PPL)
Jussara Cony (PCdoB)
Paulo Azeredo (PDT)
Marcelo Esswein (PDT)
Gilmar Sossela (PDT)

Também há planilhas com nomes de partidos ao lado de valores. São eles PT, PP, PCdoB, PDT, PSDB, PMDB, PSB e PSB. No inquérito, não está claro se são doações legais de campanha ou repasses irregulares.

A Rádio Gaúcha fonte da notícia, está entrando em contato com todos os citados para saber sobre eventuais doações.

Contrapontos:

José Fortunati: “Desconheço qualquer doação da empresa para as minhas campanhas”.
Tarso Genro: “Todas as contribuições dadas às campanhas que concorri foram legais, declaradas, e as contas aprovadas pelo TRE. Sem exceção. Está sendo feita de forma deliberada, a confusão, para minizar a evidência de contribuições ilegais a políticos, vestais do ‘impeachment'”, disse o ex-governador no Twitter.

Fonte: Rádio Gaúcha

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