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Senador Lasier Martins exalta decisão da Câmara dos Deputados e diz que será favorável ao impeachment no Senado

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O Senador Gaúcho Lasier Martins, publicou um vídeo em sua página oficial no Facebook logo após a votação na câmara dos deputados, onde foi aprovado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na publicação, o político do PDT do Rio Grande do Sul, comemorou a aprovação, parabenizou os deputados que votaram “Sim” e antecipou seu voto no senado Federal.

Com os votos favoráveis de 367 deputados, 137 contrários e 7 abstenções, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o relatório pró-impeachment e autorizou o Senado Federal a julgar a presidente da República, Dilma Rousseff, por crime de responsabilidade.

De acordo com as palavras do senador, a “Câmara atendeu ao clamor das ruas e abriu o caminho que será complementado pelo senado”.  Segundo Lasier, a votação será importante para julgar um governo que cometeu vários crimes. “A Câmara decidiu por julgar o governo que tinha uma formação com ministros corruptos, uma presidente que tentou esconder do julgamento um ministro que estava por ser preso (Lula), foram muitos os motivos, por isso a Dilma mereceu essa esmagadora derrota.” destacou Martins.

Ao finalizar o vídeo, Lasier disse que irá votar pelo povo e contra o governo. “E que agora venha o julgamento pelo Senado Federal, onde estarei presente com o meu voto contra esse governo que  fraudou todas as nossas expectativas. E a partir de agora a expectativa e a esperança de um novo governo, um governo brasileiro mais justo, mais honesto e mais transparente, aquilo que temos o direito de reivindicar.” Finalizou o senador.

Agora, o parecer que recomenda a investigação contra a presidente Dilma Rousseff segue para o Senado Federal. Lá, será constituída uma comissão especial para decidir se convalida, ou não, o pedido de abertura de investigação. Se for aprovado por 41 senadores, a presidente será afastada do cargo e julgada pelo Senado. Uma eventual condenação, que depende do aval de 2/3 da Casa (54 senadores), tira Dilma do cargo e a torna inelegível por oito anos.

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